terça-feira, 25 de novembro de 2014

manhãs

manhãs seguidas
sombras, lampejos
nada muito rígido,
nada muito delimitado...

uma frouxidão que tira peso
e ameniza

é tão grave dar as respostas certas!
é tão sisudo, tão fechado...

não temo o silêncio,
nem preciso de aplausos

vou erguendo e destruindo, distraidamente,
um castelo imaginário
de pétalas roxas,
onde me lanço para rir às escondidas...

calvário...

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